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Diferença nos preços de remédio passa de 1.000%. Pode acreditar

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2017-10-19 12:00:08

 

Não compre remédio sem fazer uma pesquisa de preços. Pela internet mesmo, que é ótima aliada. São vários os sites especializados que oferecem levantamento e comparação dos custos de medicamentos, abrindo caminho para boa economia.

Um desses sites é o “Consulta Remédios”, que realiza a pesquisa e informa os destaques todo mês. Em setembro, um deles foi a medicação Anastrozol, um repositor hormonal feminino. E não é para menos.

Ao entrar no site www.consultaremedios.com.br e procurar por esse remédio, você terá uma página com os resultados e a indicação de que o preço mínimo é R$ 41,90, na GlobalFarma, e o máximo, R$ 499,28, na DrogariaNet e na Minas-Brasil. Todas com compra pela internet e entrega em casa. Mesmo considerando alguma diferença no valor do frete, entre os preços ela vai continuar absurda.

Não compre remédio sem fazer uma pesquisa de preços. Pela internet mesmo, que é ótima aliada. São vários os sites especializados que oferecem levantamento e comparação dos custos de medicamentos, abrindo caminho para boa economia.

Um desses sites é o “Consulta Remédios”, que realiza a pesquisa e informa os destaques todo mês. Em setembro, um deles foi a medicação Anastrozol, um repositor hormonal feminino. E não é para menos.

Ao entrar no site www.consultaremedios.com.br e procurar por esse remédio, você terá uma página com os resultados e a indicação de que o preço mínimo é R$ 41,90, na GlobalFarma, e o máximo, R$ 499,28, na DrogariaNet e na Minas-Brasil. Todas com compra pela internet e entrega em casa. Mesmo considerando alguma diferença no valor do frete, entre os preços ela vai continuar absurda. E não estamos falando aqui de marcas distintas: a base foi o mesmo medicamento genérico da Eurofarma, de 1 mg, caixa de 30 comprimidos.

Ainda que se considerem outros fatores, como se o remédio é do tipo genérico ou não, a distinção de imposto entre os Estados, a localização física da farmácia, o transporte, nada disso justifica uma distorção desse tamanho nos preços. Com o valor do mais caro, o consumidor compraria 10 caixas do mais barato e não apenas uma.

As diferenças continuam expressivas também na comparação entre as grandes redes de farmácia. Na drogaria Onofre, o mesmo remédio sai por R$ 330,78 e na Raia, por R$ 305,65.

Precisa de mais um exemplo para se convencer da importância da pesquisa? A Rosuvastatina Cálcica-10 mg, redutora de colesterol, também foi destacada na pesquisa, com preço mínimo de R$ 15,75, na Drogaria Nova Esperança, e máximo de R$ 105,01, na Poupafarma. Uma diferença de 567%.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulga uma lista com os preços máximos para cada remédio. Dê uma espiada no site www.anvisa.gov.br para ver preços e ter uma ideia do que está caro ou barato.

O mesmo tipo de informação e comparação pode ser obtido em outros sites do setor. Entre eles estão o www.maispreco.comwww.remediobarato.com e www.cliquefarma.com. Basta informar o nome do medicamento para descobrir onde pode ser comprado pelo melhor preço.

Quem tiver dúvidas na substituição de um medicamento por outro, com preço mais baixo, deverá consultar o médico sobre a qualidade e as implicações da troca.

A economia obtida com a pesquisa pode ser considerável para qualquer consumidor que precisa comprar remédios, mas especialmente para quem faz uso contínuo deles. Além disso, vale a pena ir atrás dos descontos.

Mais economia

Procure pelos descontos oferecidos pelos laboratórios, que podem chegar a 75% no preço do medicamento para qualquer pessoa, independentemente de idade ou renda familiar.

Para mais informações e se cadastrar, entre no site do fabricante e tenha em mãos a receita, seu CPF e o número do registro do médico no Conselho Regional de Medicina (CRM). Outra opção é fazer o cadastro na própria farmácia no momento da compra ou, ainda, pedir descontos oferecidos por alguns planos de saúde.

Programas públicos

Já foi o tempo que a população podia contar com uma assistência mais ampla do governo em relação a medicamentos. Em março deste ano, o presidente Michel Temer cortou os financiamentos para as unidades próprias do programa “Farmácia Popular”, mantidas em postos de saúde, estaduais ou municipais.

O programa está restrito à distribuição gratuita de medicamentos por meio da rede privada de farmácias e drogarias, que exibem o cartaz “Aqui tem Farmácia Popular”, mas inclui apenas 25 remédios – a lista inicial trazia 112 itens. Para conseguir o remédio na rede particular, é preciso apresentar CPF, receita médica com prazo de validade de até 120 dias depois de passada pelo médico e um documento com foto.

O governo do Estado de São Paulo mantém o Programa Dose Certa, que distribui remédio gratuito, desde que receitado por médico do serviço público de saúde. Ele distribui remédios para o tratamento de doenças comuns e de seus sintomas, como verminoses, febre, dor, infecções, inflamações, pressão alta e doenças do coração e anticoncepcionais pelos postos de saúde.