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Pague Menos vai investir R$ 250 mil para crescer fora do NE

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2017-12-14 11:00:08

 

Após bater a marca de mil farmácias em 2017, a rede Pague Menos vai investir R$ 250 milhões em 2018 na abertura de unidades e na construção de um centro de distribuição em Minas Gerais.A previsão é inaugurar 200 pontos de venda no ano que vem, segundo Deusmar Queirós, fundador e presidente do conselho de administração da companhia.

A empresa abriu 180 drogarias neste ano, todas elas próprias. O investimento médio estimado para cada uma é de R$ 1,2 milhão.

O aporte para a construção do centro em Minas Gerais será de cerca de R$ 20 milhões. O local não está definido.

O ponto será o primeiro da companhia localizado no Sudeste. A Pague Menos tem, hoje, quatro instalações do tipo, localizadas em Fortaleza (CE), Jaboatão dos Guararapes (PE), Hidrolândia (GO) e Simões Filho (BA).

“Nossa ideia é ter polos logísticos nos Estados que têm o maior número de farmácias ou potencial de crescimento”, diz o executivo.

Todos os investimentos serão realizados com recursos próprios. Queirós descarta que a companhia busque fazer oferta pública de ações no ano que vem.

Em 2015, o fundo americano General Atlantic comprou 17% da empresa.

“Vamos fechar 2017 com aumento de receita levemente superior à do mercado, que terá alta de 10%. Em 2018, o objetivo é crescer mais de 12%”.

RAIO-X

R$ 5,8 bilhões foi o faturamento da companhia em 2016.

R$ 292 milhões foi o EBITDA no ano passado.

23 mil é o total de funcionários.

Concorrentes

Drogasil, Grupo DPSP

(redes São Paulo e Pacheco) e Ultrapar (Extrafarma)

Ritmo de treino

O mercado de suplementos alimentares, como complexos proteicos e vitaminas, vai encerrar 2017 com uma alta de 9,5%, a sétima consecutiva, segundo a Brasnutri (associação do setor).

As vendas vão movimentar, até o fim deste ano, aproximadamente R$ 1,65 bilhão, estima a entidade.

Apesar da melhora, houve uma desaceleração no ritmo de crescimento, menos por causa da conjuntura econômica e mais devido a gargalos na distribuição de produtos, afirma Synésio da Costa, presidente da entidade.

“Só não crescemos mais por desarranjo do próprio setor. Nosso varejo ainda não consegue alcançar o país inteiro. Há um esforço para profissionalizá-lo, mas isso ainda está em curso.”

Os negócios poderão ganhar força no ano que vem com mudanças regulatórias da Anvisa (agência reguladora) que, se aprovadas, vão diminuir o número de produtos cuja comercialização hoje é proibida, diz ele.

Currículo bilíngue

O número de alunos em escolas internacionais subiu, em média, 6% ao ano na última década, segundo a Bain & Company. Entre as particulares como um todo, o aumento foi de 4%.

“Embora não haja uma previsão de aumento expressivo no número de novas crianças, há sempre uma maior busca dos pais por ensino de mais qualidade”, diz Alfredo Pinto, sócio da Bain.

Escolas internacionais em São Paulo podem ter, em média, mensalidades de até R$ 7 mil. Elas também sentiram a recessão, afirma Sandra Papaiz, presidente do conselho da Eugenio Montale, que encomendou o estudo.

“Alguns pais perdem seus empregos e têm dificuldades, mas em geral eles tentam preservar ao máximo [a educação dos filhos] e cortam outras coisas primeiro.”

A evolução recente do setor mostra um potencial para expansão, tanto das próprias escolas como por convênios e parcerias com outros colégios, diz ela.

Quem fica parado… O governo de São Paulo assina, nesta quinta (14), um protocolo com a CG/LA, companhia de infraestrutura, para que ela faça um estudo sobre contratos de iluminação pública.

…é poste A empresa vai analisar 18 cidades e entregar propostas de como devem ser os termos de contratos de PPPs, que serão replicados em outros municípios. O estudo custará cerca de R$ 3 milhões.

 

Um salve… Quase todos os segmentos da economia consumiram mais energia elétrica em outubro deste ano que no mesmo mês de 2016, segundo a Comerc, uma comercializadora do mercado livre.

 

…geral As exceções foram veículos e autopeças. Apesar do mês ruim, essas sãos as indústrias que tiveram a maior alta de consumo no ano. Materiais de construção têm o pior desempenho em 2017.

 

Império… A Proparco, subsidiária de uma agência de desenvolvimento francesa, vai emprestar R$ 342 milhões para a Enel, empresa de energia de capital italiano, construir uma usina solar na Bahia.

 

…do sol Não é a primeira operação de energias renováveis da Proparco no Brasil: ela já havia aberto três linhas de financiamento que totalizam € 85 milhões em eólica e pequenas hidrelétricas.