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Brasileiras dominam venda de novos medicamentos

Novos medicamentos

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Os novos medicamentos que registram maior volume de vendas nas farmácias reforçam o domínio dos laboratórios brasileiros.

 

É o que indica o mais recente levantamento da IQ VIA, referente ao período de setembro do ano passado a agosto de 2023.

 

O estudo considera como novos os produtos que passaram a integrar o portfólio das indústrias farmacêuticas nos últimos 12 meses, sejam remédios inovadores ou versões similares e genéricas.

 

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Cinco fabricantes ocupam o top 10, sendo todas de capital nacional. A Cimed detém quatro remédios no ranking e a União Química, três. Eurofarma, Medley e Hypera Pharma completam a lista.

 

Quais são os novos medicamentos mais vendidos?

Os dez novos medicamentos campeões de venda responderam por 9,18 milhões de unidades comercializadas no período. A liderança coube à Medley com a dipirona monoidratada, que totalizou 1,97 milhão em volume de vendas. A versão produzida pela Cimed também figura em destaque, na oitava colocação.

 

Outros três fármacos superaram o patamar de 1 milhão de unidades. Respectivamente no segundo e terceiro lugares, a nimesulida e a amoxicilina + clavulanato de potássio estão sob a batuta da União Química. Ambos são voltados ao trato respiratório, sendo que a amoxicilina também no combate a outras infecções como as de origem urinária. O contraceptivo hormonal que combina enantato de noretisterona e valerato de estradiol, integrante do mix da Eurofarma, está no quarto posto.

 

Novos medicamentos mais vendidos

 

Novos medicamentos mais vendidos

Perfil dos novos medicamentos
Os novos medicamentos ratificam a consolidação dos MIPs e dos genéricos na cesta de consumo. As duas categorias correspondem a nove dos dez remédios mais vendidos.

 

“Como as indústrias multinacionais direcionam seus esforços para medicamentos de maior valor agregado, as farmacêuticas brasileiras vêm ganhando terreno nesses segmentos. E a crescente atenção ao fator preço, alinhada com o autocuidado, ajudam a explicar o ranking”, contextualiza Wilton Torres, fundador da plataforma de consulta de medicamentos Farmaindex.

 

 

Foto: Reprodução
Fonte: Panorama Farmacêutico
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