Em um mercado fiscalizado e cheio de detalhes técnicos, orientação genérica não dá conta — e é por isso que, há mais de 95 anos, o Sincofarma é referência para farmácias e drogarias em todo o Estado de São Paulo.
O varejo farmacêutico vive uma realidade diferente de qualquer outro segmento do comércio. Aqui, não existe espaço para “achar que está certo”. Uma exigência sanitária muda, uma fiscalização acontece, um documento fica incompleto — e o que parecia detalhe vira risco.
É nesse cenário que o Sincofarma se mantém como um dos principais pilares do setor: oferecendo respaldo especializado para uma atividade altamente específica, com foco no que mais pesa no dia a dia das empresas — regulatórios e jurídico.
Um setor específico precisa de apoio específico
Muitas empresas contam com parceiros externos para rotinas gerais. Mas quando surgem exigências próprias do setor farmacêutico — aquelas que exigem interpretação técnica, experiência prática e leitura correta do risco — o caminho costuma ser o mesmo: buscar quem vive essa realidade.
Por isso, não é raro que contabilidades e consultorias também recorram ao Sincofarma para confirmar interpretações e orientar condutas. Isso acontece porque existe um ponto que o empresário sente na pele: há um limite de atuação para quem não trabalha com a complexidade do varejo farmacêutico todos os dias.
O que mais pesa na prática: Regulatórios e Jurídico
Regulatórios
O apoio regulatório ajuda a empresa a manter a operação alinhada às exigências sanitárias, com orientação sobre rotinas e documentação que reduzem autuações, retrabalho e insegurança diante de fiscalizações e mudanças de norma.
Jurídico
No jurídico, o diferencial está em entender o setor por dentro e oferecer orientação segura, rápida e aplicável à realidade da farmácia e da drogaria. Além do suporte direto, o Sincofarma também reúne resultados coletivos que protegem a rotina do empresário, com exemplos como:
- respaldo para vendas de conveniência;
- atuação em temas ligados à Certidão de Regularidade Técnica (CRT);
- cobrança de anuidade em filiais: entendimento de que só pode haver cobrança de anuidade das filiais que tiverem capital social destacado em relação ao de sua matriz, evitando cobranças indevidas.
“Quando o empresário compara o que paga com o que recebe, a conclusão é direta: esse nível de respaldo não se encontra em lugar nenhum pelo mesmo valor. O varejo farmacêutico tem limites e exigências muito próprias — e é aí que aparece o limite de atuação de quem não é do setor. Aqui no Sincofarma, o associado conta com apoio jurídico construído para um segmento altamente específico, com orientação segura e alinhada à realidade de fiscalização e operação. E existe um diferencial que faz parte da nossa cultura há décadas: atendimento ao associado personalizado, disponível e com pronto atendimento, porque no nosso setor, esperar pode custar caro.”
— Dr. André Bedran Jaber (responsável do setor Jurídico)
Por que a contribuição anual vira investimento
No varejo farmacêutico, o custo real do risco é alto: uma orientação errada pode virar autuação, retrabalho, perda de tempo e prejuízo. Por isso, quando a empresa entende a complexidade do setor e vê na prática o suporte disponível, a contribuição anual deixa de ser “custo fixo” e passa a ser investimento em proteção, previsibilidade e tranquilidade.
Em um setor que não pode errar, ter o Sincofarma por perto custa pouco — e vale muito.
Contatos:
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E-mails: regulatorios@sincofarma.org.br | juridico@sincofarma.org.br





