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Farmacêutica brasileira tem 3 medicamentos recolhidos pela Anvisa em 3 meses

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Anvisa suspende dobutamina da Hypofarma — terceira ação sanitária em 2026 | Sincofarma/SP
Sincofarma / SP
Anvisa & Fiscalização · Julho de 2026
⚠ Anvisa — Recolhimento

Anvisa suspende dobutamina da Hypofarma — terceira ação sanitária contra a empresa em 2026.

Lotes apresentaram resíduos, partículas flutuantes, cristais e alteração de cor. Empresa também teve dipirona e clindamicina suspensas neste ano.

Fonte: Veja Saúde  ·  Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira (2/7) a suspensão de lotes de cloridrato de dobutamina, medicamento usado em emergências para casos de insuficiência cardíaca aguda, fabricado pela Hypofarma.

⚠ Lotes suspensos — Cloridrato de Dobutamina 12,5 mg/ml

•  Lotes 25071640, 25071641, 24071684 e 24092132

•  Desvios identificados: resíduos, pequenas partículas flutuantes, formação de cristais e alteração de cor (coloração turva, avermelhada ou amarronzada)

Histórico de 2026 — três suspensões na mesma empresa

⚠ Ações sanitárias anteriores contra a Hypofarma em 2026

•  Abril: Dipirona monoidratada injetável 500 mg/ml — lote 24112378 — presença de material particulado estranho à formulação

•  Junho: Fosfato de clindamicina 150 mg/ml — lote 24101854 — corpos estranhos e precipitados no frasco lacrado

•  Julho: Cloridrato de dobutamina 12,5 mg/ml — quatro lotes — alteração visual e de cor

O que a Hypofarma disse

“Os casos referem-se a lotes específicos, identificados durante os processos de monitoramento e controle adotados pela empresa e pelos órgãos reguladores, e não caracterizam um desvio generalizado na produção.”

— Hypofarma, em nota

“Nenhum efeito adverso foi documentado até o momento. Quando um recolhimento é determinado, a empresa comunica imediatamente sua rede de distribuição e clientes, seguindo todos os protocolos estabelecidos pela Anvisa.”

— Hypofarma, em nota

ℹ Contexto de uso

Os três medicamentos são soluções injetáveis de uso majoritariamente hospitalar, administradas por profissionais de saúde. Por isso, não são comuns nas farmácias de varejo ou nas residências dos consumidores.