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Etiqueta eletrônica amplia em até 3% margem dos produtos no varejo

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Com a transformação das etiquetas eletrônicas, o varejista elimina em 100% a divergência de preços e as lojas podem utilizar colaboradores para outras ações; ganhando mais produtividade e reduzindo custos.

 

O ano de 2023 já começou a pleno vapor no varejo brasileiro. Para janeiro e fevereiro há projeção de crescimento nominal de 4,7% e 6,4%, como aponta o Índice Antecedente de Vendas do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IAV-IDV). E junto com o otimismo do mercado, a Pricefy by Selbetti, empresa de tecnologia para o varejo, acaba de lançar a etiqueta eletrônica, que diferente da impressa, elimina 100% a divergência de preços e reduz as perdas relacionadas a diferenças de valores, além de aumentar em até 3% a margem dos produtos com a precificação dinâmica.

 

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A etiqueta eletrônica ou precificação inteligente tem sido uma das inovações tecnológicas mais procuradas pelos varejistas para acabar com o constrangimento do cliente ao chegar com o produto no caixa da loja e descobrir um valor diferente do anunciado na gôndola e transformar a experiência na loja. Segundo Fernando Lauria, CEO da Pricefy by Selbetti, o principal alvo da insatisfação do shopper ocorre em razão de erros nos preços, o que acaba por gerar uma experiência negativa, que pode levar até mesmo à perda do cliente para a concorrência, além de causar ineficiência operacional por demandar maior tempo na troca das etiquetas.

 

Com a transformação das etiquetas eletrônicas, o varejista elimina erros manuais e as lojas podem utilizar seus colaboradores para outras ações dentro do estabelecimento. Além de ganhar em produtividade, o varejista consegue aumentar a margem de lucro tanto na operação quanto no faturamento por não ter preços errados”, diz Lauria. A informação vai de encontro a um levantamento feito pela Nielsen, que aponta que 40% dos produtos que estão à venda nas gôndolas gerariam maior lucro e faturamento se passassem por uma estratégia dinâmica de reajuste de preços. 

 

Mais dinamismo e segurança – Os dispositivos inteligentes da Pricefy by Selbetti possuem formatos parecidos com as etiquetas manuais, entretanto, são integrados com o ERP do cliente e através de interface inteligente que atualiza o valor dos produtos em tempo real.

“O processo é extremamente rápido, leva-se de 2 a 3 segundos para alterar o valor do produto na gôndola. Tendo uma gestão unificada e centralizada dos preços, o varejista reage às necessidades do mercado de uma maneira mais rápida e segura”, argumenta Fernando Lauria.

 

As etiquetas são instaladas diretamente nas gôndolas e inseridas no trilho com gancho, no pedestal ou em diferentes aplicações. O mecanismo possui tecnologia NFS, cores variadas, funções para inserir dois preços de varejo ou atacado e dispensa fonte de energia, porque são acopladas com uma bateria que pode durar de cinco a dez anos.

 

Reprodução

 

Para o diretor de pesquisa e implementação de etiquetas da Pricefy by Selbetti, Felipe Batista, aqueles varejistas que aos poucos tem se adequado às inovações no setor conseguem equilibrar a performance na loja com a integração de etiquetas impressas e eletrônicas. Os produtos são catalogados em um banco de informações que faz a conexão no sistema da precificação.

 

“É feita uma carga de dados com os preços, estoques e posicionamento das etiquetas no mercado (loja). Depois da configuração dos dispositivos por meio do API, sempre que um preço é atualizado no ERP do cliente, será atualizado automaticamente na etiqueta eletrônica na gôndola”, explica Felipe.

 

Ainda de acordo com ele, caso o varejista queira alterar os preços em um horário de pouco movimento, a ferramenta disponibiliza agendamento para troca de uma só vez. A manutenção, por outro lado, acontece sempre que houver necessidade. Entre os segmentos do varejo que mais buscam essa tecnologia estão o supermercadista, farmacêutico, home centers e de material de construção.

 

 

Foto: Shutterstock
Fonte: Guia da Farmácia