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Estudo aponta desinformação sobre medicamentos em IA

Desinformação sobre medicamentos

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A desinformação sobre medicamentos é a mais nova preocupação quando o assunto é o ChatGPT, a mais famosa plataforma de inteligência artificial da atualidade. As informações são da CNN Brasil.

 

O ponto de dúvida surgiu após um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Long Island. Na pesquisa, foram feitas 39 perguntas sobre remédios ao chatbot, cujas respostas foram comparadas às fornecidas por especialistas.

 

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O resultado foi desanimador: Apenas um quarto das questões foi respondida com exatidão. Nas 29 respostas restantes, as informações não estavam precisas ou incompletas e, em alguns casos, fugiam do assunto em questão.

 

Chatbot chegou a 100 milhões de pessoas em dois meses 

Lançado a pouco mais de um ano, o ChatGPT, da OpenAI, é o aplicativo de consumo de crescimento mais rápido da história, com 100 milhões de usuários em apenas dois meses.

 

Com um alcance tão amplo, os pesquisadores levantaram a questão sobre a segurança das informações disponíveis na plataforma. Daí a ideia de fazer o estudo e identificar as principais lacunas.

 

Desinformação sobre medicamentos
Desinformação sobre medicamentos

 

Respostas incorretas e fontes falsas 

Dentro os resultados destacados pelos pesquisadores, chamam a atenção interações medicamentosas que foram ignoradas pela ferramenta e também fontes indicadas pelo ChatGPT que, quando checadas, se mostraram inexistentes.

 

Procurado pela reportagem, um porta-voz da OpenAI apontou que, na política de uso do chatbot está destacado que os modelos da empresa “não são ajustados para fornecer informações médicas”.

 

IA não é só desinformação sobre medicamentos 

Se o ChatGPT deixa a desejar quando o assunto são os medicamentos, outras plataformas têm possibilitado avanços sensíveis na saúde, principalmente para os pacientes com fibrose pulmonar.

 

A Insilico Medicine já trabalha em um remédio usando a tecnologia para o tratamento da versão idiopática da doença.

 

De acordo com a Deep Pharma Intelligence, essa é a primeira vez que a IA é utilizada para descobrir e criar uma molécula para o tratamento de uma doença.

 

 

Foto: Reprodução
Fonte: Panorama Farmacêutico
IA da Panvel facilita atendimento nas farmácias

Criada recentemente, a IA da Panvel começou a ser utilizada em cinco farmácias da rede em abril e já está presente em 400 lojas. O Serviço de Orientação Farmacêutica com Inteligência Artificial foi batizado como Sofia, e desenvolvido a partir dos modelos generativos ChatGPT, da OpenAI e Claude, da Anthropic.