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Anvisa proíbe diversos medicamentos sem registro produzidos à base de plantas

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Fabricados por empresas desconhecidas, os produtos eram anunciados e vendidos pela internet.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (13/4), a apreensão de diversos produtos fitoterápicos de origem desconhecida. A medida também proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda, transporte e o uso dos produtos.  

 

Confira abaixo a lista de medicamentos irregulares: 

  • Canela de Velho; 
  • Canela de Velho com Sucupira; 
  •  Canela de Velho com Sucupira Wra; 
  •  Cloreto de Magnésio P.A + Sucupira + Canela De Velho Status Verde; 
  •  Canela de Velho com Sucupira Natuviva; 
  •  Suplemento Articular Canela de Velho Natuvite; 
  •  Canela de Velho com Sucupira e Cloreto de Magnésio P.A. Natuviva; 
  •  Canela de Velho com sucupira 100% Natural Fonte Verde; 
  •  Canela de Velho Fito Green; 
  •  Herbais Canela de Velho Denature; 
  •  Canela de Velho com Cloreto de Magnésio Fonte Verde; 
  •  Canela de Velho Sollo Nutrition; 
  •  Canela de Velho Essentialpure; 
  •  Canela de Velho Composta Ns Produtos Naturais; 
  •  Canela de Velho, Canela De Velho Suplemento Maria Brasil.  

 

Os produtos estavam sendo vendidos e anunciados pela internet sem registro, notificação ou cadastro na Anvisa, além de serem fabricados por empresas desconhecidas. 

 

 

Mounjaro adulterado 

A mesma medida prevê a apreensão do lote D719674C do medicamento Mounjaro ® Kwikpen 15 MG, de responsabilidade da empresa 60.713.142 Juliana Salzano Di Bacco. Além da apreensão, a medida proíbe o armazenamento, a comercialização, a distribuição, a importação e o uso do produto. 

 

A empresa detentora do registro, Eli Lilly do Brasil Ltda, comunicou que a embalagem do medicamento tem um lote válido, mas é destinada a outros países (Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Catar). Já a caneta dentro da embalagem possui rótulo falsificado, com informações que não batem com os registros da empresa, ou seja, o medicamento foi adulterado.

 

Toxina botulínica 

A medida atingiu também os lotes P22179 e W26232 da toxina botulínica Dysport 500 U, da empresa Beaufour Ipsen Farmacêutica Ltda. Os produtos devem ser apreendidos e ficam proibidos de serem comercializados, distribuídos e utilizados. 

 

A empresa detentora do registro do medicamento, Beaufour Ipsen Farmacêutica Ltda, informou a identificação de unidades falsificadas, uma vez que os produtos não correspondem a lotes genuínos do produto Dysport® 500U. Foram identificadas ainda diversas desconformidades em relação às características do produto original, confirmando que se tratam de unidades falsificadas. 

 

Confira Resolução (RE) 1.494/2026 no Diário Oficial da União. 

 

Fonte: Anvisa
Foto: Reprodução