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77% dos médicos pretendem aumentar a prescrição de medicamentos biossimilares

Biossimilares

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Biossimilares – Estudo encomendado pela Organon foi realizado no primeiro trimestre de 2023 com 129 médicos brasileiros.

 

Uma pesquisa realizada no primeiro trimestre deste ano pelo Instituto Ipsos, por encomenda da farmacêutica Organon, revela que 77% dos médicos afirmam que pretendem aumentar a prescrição de biossimilares. Foram entrevistados 129 médicos, entre oncologistas (43), reumatologias (43) e gastroenterologistas (43). Questionados sobre os fatores que mais impactam para a prescrição de biossimilares, podendo optar por mais de uma resposta, os atributos considerados mais importantes foram: eficácia comprovada (87%), mesmo desempenho por um custo menor (85%) e a segurança do medicamento (78%).

 

Leia também: Medicamentos inovadores são pré-requisito para genéricos e biossimilares no Brasil

 

Segundo o trabalho, atualmente, a área oncológica é a que mais faz uso de medicamentos biossimilares, com 44% do total prescritivo, contra 56% de biológicos de referência. A pesquisa mostra ainda que a expectativa entre os médicos da área é que, a partir do ano que vem, esse número se iguale a 50% na distribuição entre os biológicos de referência e os biossimilares.

 

‘’Esses números revelam o grande potencial do crescimento do uso de biossimilares nos próximos anos. Vale ressaltar que eles se destacam pela possibilidade de ampliação no acesso, uma vez que têm um custo inferior ao seu medicamento de referência – mesmo não havendo essa obrigatoriedade. Além disso, são desenvolvidos para funcionar no organismo da mesma maneira que o produto originador, garantindo a mesma segurança, pureza e eficácia. Para isso, passam por rigorosos testes antes de chegar ao mercado, além de ter a aprovação da Anvisa’’, explica Marcel Zetun, diretor de Biossimilares, Marcas Estabelecidas e Alianças da Organon.

 

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Quando questionados sobre qual a principal forma de acesso aos biossimilares dos seus pacientes, foi constatada paridade entre saúde privada (47%) e SUS (44%). Por fim, 6% alegaram compra diretamente pelos pacientes e 3% foram fornecidos direto da indústria.

 

Foram também ouvidos 21 agentes compradores que participam ativamente do processo de incorporação, compra ou padronização de um novo medicamento biossimilar. O estudo mostra que esse público enxerga um processo de crescimento futuro dos biossimilares no mercado e dentro das suas instituições. Para eles, os atributos mais importantes sobre os biossimilares para auxiliar no processo de incorporação dessa classe são: entrega do mesmo desfecho que o biológico referência (86%); redução de preço significativa em relação ao original (71%) e fabricação por uma empresa produtora com tradição na área (24%).

 

Para a Organon, há ainda um longo caminho a percorrer no que se refere à informação sobre os biossimilares entre os médicos. Os dados revelam que 40% dos médicos declaram ter um conhecimento profundo sobre biossimilares, desses, um pouco menos da metade (43%) são reumatologistas. ‘’Fica clara a necessidade da ampliação de acessoa informações sobre os biossimilares, visto os inúmeros benefícios da introdução da nova tecnologia para o acesso e tratamento da população’’, finaliza Marcel Zetun.

 

 

Foto: Reprodução
Fonte: Guia da Farmácia
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