Representantes da Abrafarma, que reúne as maiores redes de farmácias brasileiras, se reuniram na semana passada com o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, e outros diretores da agência para denunciar a operação da Rappi com “dark stores” (armazéns fechados ao público) na venda de medicamentos, sem qualquer fiscalização.
Nos encontros, a associação entregou um dossiê com fotos de um ponto de armazenagem irregular para entrega de remédios no bairro de Santa Cecília, na região central de São Paulo, que parece um boteco.

E defendeu a regulamentação urgente dos marketplaces no setor. A entidade sustenta que a empresa montou na prática uma estrutura própria de operação de venda de medicamentos, proibida pela legislação em vigor.
A Abrafarma também alertou a Anvisa para a venda, em plataformas digitais, de produtos irregulares, falsificados ou sem registro.
O tema já está na pauta da agência e, segundo informaram os diretores, será tratado com celeridade.





